Sinto-me perdida entre as folhas
secas
deste outono que chegou tão
rapidamente.
Minha mente oscila num vazio
constante e incoerente,
sem a tua presença envolvente e
quente.
São noites sem luar e com
estrelas sem brilho algum a povoar.
Pela manhã, quando o sol
nasce, a esperança não renasce,
então, vejo-te em um
sonho-devaneio de tormentas vagas
que, desfilam criteriosas num
amanhecer solitário e gelado.
Para correrem pelo dia afora
e
adormecerem nas sombras pela noite fria,
sem ti...
Senti!