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LIBERDADE!
(Quando
o Poder sobe à cabeça)
Anna Paes
Quando o
Poder sobe à cabeça, ele dá é nó,
Revela-se um lado
mal-amado, tão feio de ser,
Só pode, porque
revela-se em mal; baixa auto-estima?
Por que não querer o
bem, se o tem? ou não tem?
Poder, serve mesmo,
prá quê?
É só parar e olhar os
sinais, aí estão...Vê?
Não é só na política
não, políticos...Críticos mesmo;
Nem só em parlamentos.
Melhor, dizendo,
Se dá em todo lugar,
ah, o Poder! Este está nas pessoas
das Escolas, das
Igrejas, das Instituições, dos Grupos...
É tão duro constatar
esta "real" destruição,
Tanta gente
perdendo a consciência, que pena!
Assim, tão rapidamente
quando sente que algum Poder têm;
Sobre quem? Pensa que
têm? Por que o têm? Sobre outros???
E a ética? Fica na
estética do fim da rua. Pensa que é dono?
Quanta tolice e
mesquinharia se vê em nome de Poder;
Mesmo com troca de
nome, sentimos, se não é o nosso doado
Em escolha,e ainda têm
gente que pensa que isso dá Ibope ou
que Ibope
tem por ser conivente andando de mãos dadas;
quanta pequenez!...
O Poder corrompe, vovó
dizia; pensava não ser real, porém...
Sem fazer julgamentos,
prá falar tenho livre-arbítrio, ainda bem,
sobrou!!!
Mas, juro eu
lamento, tanta discriminação
neste jogo sujo chamado PODER
Forças medidas.
Batalhas? Tanto desamor e, falam em união por outro lado?
De quê? Ninguém é mais
que ninguém, se achar, perde seu tempo na ilusão.
Não tenho medo de
ninguém_ ninguém paga minhas contas, eu digo e repito.
No caixão não tem
gavetas, nem prá honras, jóias, egos, dólares ou poder.
O que dizer mais eu
posso? Eu que não devo nada à ninguém, ainda bem!
Pago minhas contas e
faço acertos com minha consciência, por meu bem.
Quer alguém ter Poder
sobre mim? meu pensar? meu viver? meu escolher?
Pára já! Nunca! Sou
livre por dom doado; censura acabou... e não calo mais.
Calado é o escravo que
se submete a qualquer tipo de Poder...Já era!
Falando, gritando, quem
sabe, abra-se uma janela nas mentes
onipotentes, de quê
mesmo? De amor e perdão é que não....De gelo? Desilusão.
Respeito nem se fala,
consideração...doce ilusão, em Poderio não há não.
Só sinto gosto de
charque salgado dos poderes desvairados...Que sede...
E só sei o que minha
consciência e censura própria dita, minha dor
é só minha, o amor, o
sono, a luta e a fome também...Alguém pode algo por
mim escolher? Não dou
meu grande presente, pois todos já têm o seu.
Se sabem usar ou não, o
problema não é meu, é só deles!.Gente um alerta!!!!
Ninguém é melhor que
ninguém, se despertar para o presente chamado:
LIBERDADE!
27 de março de 2006
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